Rogéria nunca quis ser mulher; mas Governo a transformou numa após sua morte

Esta história começa com um Governo extremamente impopular, afundado em denúncias de corrupção, que num esforço desesperado para construir uma agenda positiva, resolve fazer acenos ao pessoal do politicamente correto.

Em 8 de março, no dia internacional das mulheres, o perfil oficial do Governo Federal no Twitter (@governodobrasil) resolveu homenagear uma série de mulheres brasileiras, que com suas biografias, honraram o protagonismo feminino na história do país.

O que poderia dar errado? Oras: quando tentaram misturar feminismo com ativismo LGBT, neste post aqui:

Oras: Astolfo Pinto, que ganhou notoriedade ao assumir-se como a “travesti Rogéria”, jamais se identificou como mulher!

Muito pelo contrário; e em diversas entrevistas, como nesta aqui, deu declarações nesse sentido:

“Nunca poderia ser transexual. Nunca pensei em ser mulher. Eu sou Astolfo Barroso Pinto, e quero continuar mantendo o pinto (risos). Imagina fazer aquela operação, sentir dores, e, no final, não ficar com uma vagina como a de uma mulher, mas com uma espécie de buraco negro”.

Nós da DIREITOFACIL.NET achamos que a memória de um falecido deve ser respeitada.

E que o Estado não pode, a pretexto de querer “dar uma lacrada” em redes sociais, subverter a vontade última de quem quer que seja!

Por isso, confrontamos o perfil oficial do Governo :

E aguardamos a resposta. O mínimo que o perfil deve fazer é se retratar perante todos.

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